23 de fevereiro de 1914
Olá diário, como está? Bem? Porque eu não estou.
Hoje ao acordar, papai me deixou assustado.
Papai abriu a porta do nosso quarto e começou a nos acordar com empurrões fortes.
-Acorde seus franguinhos, vamos, vamos! - Papai dizia sem parar.
Acordei assustado, ele continuava a me balançar.
Henry ficou debaixo das cobertas, não quis levantar.
-Deixe-me aqui só mais cinco minutos.-Henry disse.
Papai então, saiu do quarto, foi até a cozinha e começou procurar algo no armário da cozinha, ao voltar acendeu a luz.
Só que eu não esperava que papai batesse com um bule de fazer café, na cabeça de Henry.
Ele o puxou pelas pernas. O obrigou a sair da cama.
-Levanta fedelho! Estou mandando, seu vagabundinho.-Papai dizia.
Henry levantou com lágrimas nos olhos.
-Sim, papai, sim. -Henry dizia com os olhos com lágrimas.
Sentado na cama, eu observava tudo aquilo...
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